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Saúde da Família é tema de encontro, em Florianópolis

A Secretaria de Estado da Saúde reúne, entre hoje (3) e amanhã, em Florianópolis, cerca de 600 profissionais que atuam na área da saúde. O objetivo é discutir e dividir experiências envolvendo o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), em diferentes cidades catarinenses.
No total, 165 municípios catarinenses mantêm equipes de apoio à Saúde da Família. Destes, 116 estão representados no evento que está acontecendo no Hotel Canto da Ilha, na Capital. Outros municípios, que ainda estão em fase de implantação do NASF, também participam do encontro, elevando para 150 o número de cidades representadas. O secretário de Estado da Saúde, Dalmo Claro de Oliveira, ressaltou que o evento é “a oportunidade de trocar ideias, acrescentar conhecimento e ganhar força para continuar esse trabalho, que é a base da nossa assistência à saúde do SUS”.

A gerente de Coordenação da Atenção Básica, Lizete Contin, explicou, durante o evento de abertura do evento, que Santa Catarina tem 176 equipes NASF. Destas, 112 são financiadas pelo Estado (18 delas recebem R$ 8 mil mensais de co-financiamento e outras 94 recebem R$ 4 mil todos os meses). “Que a população catarinense seja beneficiada com o resultado do que for discutido aqui”, resumiu Lizete, ao encerrar sua fala, na abertura do evento.

Desde 2009 Santa Catarina co-financia equipes NASF. O governo catarinense conseguiu ampliar o atendimento a cidades com menos de 50 mil habitantes. Isso contribuiu para que Santa Catarina seja, hoje, o Estado com maior número de famílias e municípios cadastrados no programa Estratégia de Saúde da Família, conforme lembrou o secretário-adjunto de Estado da Saúde, Acélio Casagrande.

Em 2012, o Estado investiu R$ 42 milhões em co-financiamentos à atenção básica à saúde. O secretário Dalmo de Oliveira comemorou o investimento em prevenção, lembrando que Santa Catarina é um estado livre da dengue e que sua hemorrede se destaca pela qualidade, controle, captação e distribuição do sangue e seus derivados. Além disso, registra altos níveis de captação de órgãos, com 25 captações por milhão de habitantes. “Esses níveis são equiparados aos americanos. E, em dois anos, devemos chegar a 30 captações por milhão de habitantes”.

 

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